Do PVC à Personalização
A fábrica da GD Burti segue o modelo das demais unidades fabris da G&D no mundo, nas quais os principais equipamentos utilizam tecnologia alemã. A matéria-prima utilizada quer sejam smart cards ou cartões magnéticos, é o PVC core para o miolo e o PVC overlay, combinados em até cinco camadas.
A primeira etapa é a impressão das imagens em folhas com até 48 cartões.
A quadricromia fica por conta da impressão offset e os chapados e cores especiais com a serigrafia, sempre utilizando tintas com cura UV. Depois de soldado e montado, o conjunto de lâminas impressas segue para uma laminadora, que, através de pressão e temperatura, funde as várias camadas de PVC, das quais uma pode conter a tarja magnética. A folha é então cortada ao meio e levada para um outro sistema, que fará a separação unitária. A partir daí, o destino do cartão depende de sua aplicação. Ele pode estar finalizado ou continuar na linha de produção para receber holograma, um painel de assinatura ou um chip.
No caso dos smart cards, o produto vai para um equipamento que faz a fresagem a cavidade para inserção do chip, a colocação, a colagem e a ancoragem do chip, testando sua funcionalidade na unidade final. O processo produtivo está encerrado, a menos que o cartão destine-se à telefonia celular com tecnologia GSM, quando tem de passar por mais uma máquina de corte, para possibilitar que, ao recebê-lo, o usuário possa destacar o chip para introduzi-lo no aparelho celular.
Dependendo da solicitação do cliente, a GD Burti pode fazer a personalização do cartão. No cartão magnético, é uma simples transferência de dados. No cartão inteligente, envolve, como um computador, a implantação do sistema operacional, dos aplicativos e por último a colocação dos dados do usuário final.
Em resumo, a GD Burti estará pronta a oferecer ao mercado um modelo de atuação completa, que vai da pré-impressão à expedição dos cartões ao usuário final, desonerando o cliente de um trabalhoso processo de gestão sobre a cadeia de fornecedores envolvidos.

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